Arquivo de março de 2017

Ansiedade nível master

terça-feira, 21 de março de 2017

 

Vivemos num mundo com demandas urgentes e emergentes. Vivemos no hoje a pressão do amanhã. Vivemos o amanhã com as cobranças do ontem. Como sobreviver em meio a este caos? Como dar conta de tudo sem esquecer nada? 

Essa pressão que sobe no corpo e aperta o peito, as preocupações que invadem a cabeça e atormentam os pensamentos, pensamentos que dominam o corpo e aprisionam a mente. Seu nome é ansiedade, e como se não bastasse, ela não vem sozinha, traz consigo companheiros como a tristeza, o medo e a solidão.

A ansiedade excessiva, aniquila, queima e corrói a coragem das pessoas, ela destrói o senso de competência, trazendo perturbações que causam sofrimento clinicamente significativos ou prejuízos no funcionamento social, acadêmico, profissional ou em outras áreas importantes.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) o Brasil tem mais de 9% da população com algum transtorno de ansiedade. Os transtornos de ansiedade se diferenciam do medo ou da ansiedade adaptativos por serem excessivos ou persistirem além de períodos apropriados ao nível de desenvolvimento. Da mesma forma, os transtornos de ansiedade se diferenciam entre si, nos tipos de objetos ou situações que induzem medo, ansiedade ou comportamento de esquiva e nos pensamentos associados (DSM-V).

Se você tem experimentado medo e ansiedade excessivos e perturbações comportamentais relacionados, procure um Psicólogo. Através da Psicoterapia Cognitivo-Comportamental você poderá esclarecer as suas dúvidas, entenderá o mecanismo de ação da ansiedade, e será treinado em como lidar com a sua ansiedade, aprendendo técnicas atuais, referente ao manejo dos sintomas físicos e cognitivos.

Todos os tipos de transtornos de ansiedade possuem tratamento e através da psicoterapia é possível ter uma vida com mais tranquilidade.

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Você sabe a diferença entre apego e afeto?

quarta-feira, 15 de março de 2017

 

O psicólogo John Bowlby propôs que desenvolvemos o apego desde bebês na interação mãe/bebê. E que estas experiências são fundamentais para construírmos quem somos e isto impactará em nossa vida adulta e como nos relacionamos. Se buscarmos a definição no dicionário, veremos que uma das opções é “dedicação constante e excessiva a algo ou alguém”. Portanto, a capacidade de ter apego nos permite focar a nossa atenção em uma direção (ou alguém) específico, seja por proteção ou por querermos suprir as necessidades deste outro. Por exemplo, em uma situação de desconforto do nosso(a) companheiro(a) podemos atentar para isso e confortá-lo(a) quando necessário.

Já quando falamos de afeto, nos referimos a um sentimento de ternura, afeição a algo ou alguém, que por sua vez, tem como definição uma ligação afetiva, sentimento amoroso, amizade, entre outras definições que poderíamos encontrar e que nos remete a uma sensação de bem-estar. Por exemplo, nos apaixonamos por alguém ou sentimos afeto por algum animal de estimação.

É possível que nós sintamos os dois por uma mesma pessoa ou objeto. Às vezes sentimos carinho, ternura e afeição por alguém, mas não demandamos nossa atenção de forma constante (e às vezes necessária para aquela pessoa) e, portanto, não estamos muito “apegados” a esta pessoa naquele momento; podendo prejudicar a cumplicidade da relação.

Desenvolver sentimentos de apego e afeto são importantes para nossa vida e são primários, ou seja, desenvolvemos em experiências precoces de vida, particularmente na infância. Isto pode implicar na forma que interpretamos nossas relações e lidamos com elas. Para termos uma vida mais feliz e com relações saudáveis, é necessário que tentemos encontrar uma consonância entre nosso afeto e apego, compreendendo que nem sempre o que aprendemos na infância é o modelo mais adequado, nos dando a chance, assim, de descobrirmos formas mais saudáveis de nos relacionarmos com os outros.

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O feminismo e a mulher.

quarta-feira, 8 de março de 2017

 

Vivemos uma época em que redes sociais viraram um espaço para a troca de ideias e opiniões – o que não raro culmina em discussões e intolerância.
Um dos assuntos mais polêmicos atualmente é o feminismo. Visto por muitos como “besteira”, e por outros tantos como uma “religião”, praticamente todo mundo tem alguma opinião sobre o assunto. O fato é que, como qualquer assunto polêmico, o feminismo desperta reações extremas e passionais.

Então, que tal aproveitar este Dia da Mulher para pensar o que é o feminismo para VOCÊ? Para você mulher, que hoje pode votar, estudar, e trabalhar no que bem entender? Para você mulher, que ainda assim sente medo ao encontrar um sujeito mal encarado que a olha de um jeito estranho na rua? O que é o feminismo para você, homem, que hoje tem uma parceira que pode dividir com você as contas da casa e ter conversas longas e interessantes?

Os problemas começam quando ideologias viram estilos de vida, que levam a posicionamentos extremos: e todo extremo é perigoso.
Não precisamos transformar o feminismo em fanatismo, e tampouco podemos negar a importância dele em nossas vidas. Portanto, mais uma vez falamos de equilíbrio. E talvez este seja o grande segredo do poder feminino: o eterno equilíbrio entre as dificuldades da vida.

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