Arquivo de abril de 2016

Entrevista da Dra. Carolina Halperin sobre o medo de perder o emprego.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Confira a entrevista da Dra. Carolina Halperin para a Rádioweb sobre o medo de perder o emprego.

emprego

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A importância do Coaching para o processo de liderança.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Coaching

 

Atualmente, as organizações estão cada vez mais voltadas em investir e valorizar a gestão efetiva de pessoas, buscando líderes que possam, além de apresentarem amplos conhecimentos técnicos, que tenham habilidades em gestão e desenvolvimento humano. E para o líder está a responsabilidade de administrar e conduzir equipes, mostrando-se como um profissional inspirador, capaz de delegar responsabilidades, gerir conflitos e atender demandas.

Para a liderança, torna-se necessário possuir competências técnicas e comportamentais, além do comprometimento com a organização. Muitas empresas utilizam-se de estratégias para o desenvolvimento de novos colaboradores com potencial de liderança. O processo de coaching mostra-se como uma valiosa ferramenta para o desenvolvimento de competências para liderança, potencializando a assertividade. Por meio de técnicas e ferramentas específicas, o coaching visa aumentar o desempenho, desenvolver pontos fortes, habilidades e competências, bem como auxiliar no alcance de resultados pessoais e organizacionais.

Nos diversos processos de desenvolvimento pessoal, o coaching vem se destacando como uma importante ferramenta para preparar e fortalecer a liderança. Neste sentido, ele se configura num mecanismo de desenvolvimento de competências Um líder munido de técnicas e ferramentas aprendidas no coaching, desenvolverá maior auto eficácia e assertividade em suas ações e na interação e comando de sua equipe, consequentemente, terá habilidade para conduzir e transformar a cultura organizacional, mediante modificações comportamentais de seus colaboradores.

O coaching como sendo um processo de facilitação de aprendizagem para o alcance de metas, maximizando o desempenho no contexto do trabalho, possibilitará ao líder que este apresente uma visão mais sistêmica e integrada, desenvolva novas maneiras mais assertivas de traçar metas, objetivos e definição de planos de ação alinhados a missão, valores e objetivos organizacionais. Outras habilidades a serem desenvolvidas incluem melhorias na comunicação e feedback, flexibilidade, resiliência, autocontrole das emoções, inteligência emocional e resolução de problemas. Desta forma, os benefícios obtidos por um processo de coaching pode ir além do desenvolvimento pessoal, gerando mudanças positivas e duradouras e trazendo melhores resultados para o desenvolvimento e condução de equipes.

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Laços afetivos que se partem

terça-feira, 19 de abril de 2016

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Perder faz parte das nossas vidas. Perder é crescer, e o crescimento é necessário. É necessário o amadurecer. Amadurecer dói, dói no corpo, emaranha a gente por dentro. Amadurecer o pensamento e o sentimento, amadurecer o que somos e o que seremos. Uma mãe que leva o seu filho ao primeiro dia de aula está perdendo, um filho que inicia a escola está perdendo também. Ele está em uma nova fase e para isso, algumas coisas ficaram para trás. Ele precisa amadurecer. A mãe não tem mais o filho em casa com ela. Ela tem um filho que amadureceu.

Vez ou outra, ao longo das nossas vidas, perdemos algo. Não somente aquela perda de oportunidade, de um relacionamento afetivo, mas também a perda de um objeto, ou de um emprego. Por mais que algumas perdas sejam esperadas, muitas vezes não estamos preparados para enfrentá-las, principalmente se a perda for por morte. Dar o adeus a uma pessoa especial é uma tarefa nada fácil.

A morte, mesmo nos dias atuais, ainda é vista como um tabu e muito pouco se fala sobre ela. Diferentes ideologias e credos sobre a morte perpassam por diferentes culturas. Muitas pessoas acreditam em vida após a morte, outros acreditam que vão reencontrar seus entes queridos. Outros acreditam que a vida acaba por ali. É um mistério. A variabilidade quanto aos entendimentos sobre o que significa a morte é muito ampla, mas o que todos concordam é que dói muito e que é mesmo muito triste. Desesperador e desconsolador.

Estudos apontam que perder uma pessoa devido a uma morte repentina é mais impactante, pela surpresa da notícia e pelo choque da nova informação. Surgem muitas, muitas perguntas sem respostas. Por quê isso foi acontecer? Por quê desta maneira? Por quê esta pessoa?

Não menos dolente, tem a morte esperada. Os familiares e amigos começam a se preparar para a morte que está por vir. Ela não será surpresa, pois ela poderá chegar a qualquer momento, mas é tão triste e dolorosa quanto a repentina.

Por quê o falecimento de uma pessoa mexe tanto conosco? Por quê, quando velamos um ente querido, parece que estamos velando uma parte de nós?

Todos nós nascemos com estratégias biologicamente programadas e uma delas é buscar sentir segurança. De acordo com a teoria do apego, descrita pelo psiquiatra britânico John Bolwby, desde o nascimento ativamos um extinto fundamental e fortemente impresso no nosso cérebro – a função biológica de proteção. Somos programados para emitir comportamentos que eliciam cuidado e atenção. Isso faz com que busquemos proximidade e segurança com outro, pois dessa maneira, estaremosmais fortes. Quando se diz que alguém está apegado ou que possui apego à outra pessoa, significa que este alguém está disposto a procurar proximidade e contato com essa pessoa, realizando tais ações em condições específicas. O comportamento de apego é a maneira em que a pessoa apegada encontra (com atitudes), para obter ou manter a proximidade com a outra pessoa. O vínculo fortalece a cada ano que passa e cada vez mais são notórios os comportamentos de apego.

De repente, a vida nos apresenta uma situação que de um jeito ou de outro, temos que enfrentar. É o diagnóstico de uma doença terminal, é um Acidente Vascular Cerebral (AVC), é um acidente automobilístico, é um desastre ambiental. Pode ser qualquer um deles, vai nos abalar. Ficaremos angustiados, confusos, entorpecidos e desamparados. Inicia-se o processo do luto. De um jeito ou de outro, temos que passar por mais essa situação, muito embora, achamos que não temos forças suficientes. Podesurgir o desejo enorme de que tudo aquilo seja um pesadelo e que logo vamos despertar.Mas não; não é.

O que nos ajuda a enfrentar a perda de um ente querido é, sem sombra de dúvidas, o apoio e proximidade de amigos, familiares. A elaboração vem aos pouquinhos, de muitas maneiras e vai depender de muitas coisas. Quando questionadas, algumas pessoas afirmaram que ainda não superaram a perda de um ente querido, mas que o tempo e a volta à rotina são fatores importantes ao longo desse processo. Adisponibilidade afetiva dos que ficam, bem como se sentir seguros, protegidos e amparados, são essenciais para se reerguer.

Contudo, existem também algumas situações em que o processo de elaboração do luto é mais lento, muitas vezes em função dos baixos fatores protetivos e da maneira como respondemos. Cada um de nós pode apresentar uma maneira diferente de reagir diante da situação que nos foi imposta. Os enlutados podem se sentir pressionados pela sociedade a expressar a dor, afinal ele perdeu um ente querido e que absurdo ele não estar chorando desesperadamente, ou então, podem sentir que foram deixados de lado, pois não estão tendo o cuidado e apoio que precisam. Precisamos ser fortes, cada vez mais. Precisamos passar pelas etapas de elaboração do luto. Apenas quando enfrentarmos a dor é que vamos conseguir diminui-la.

Acontece que, as vezes, algumas pessoas não se sentem à vontade em buscar algum auxílio profissional, outras acabam buscando ajuda através da psicoterapia. Através de técnicas, estratégias e intervenções, a Terapia Cognitivo-Comportamental e a Terapia Focada nos Esquemas, possibilitam o acompanhamento eficaz no tratamento de situações estressoras, sendo a escolha inicial de vários algoritmos psicoterapêuticos. Em um trabalho colaborativo, paciente e terapeuta encontrarão formas para elaborar a perda, readaptar e reorganizar a vida no paciente enlutado.

 

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Mindfulness – O poder do agora.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Mindfulness

 

Quantas vezes você já se pegou pensando em possibilidades remotas para o futuro ou remoendo acontecimentos desastrosos do passado? Quantas vezes já se percebeu reagindo sempre da mesma forma, mesmo em situações diferentes, e com isso causando problemas ainda maiores?

Sim! Fazemos isto todos os dias e em muitos momentos. E como é difícil percebermos o que se passa neste exato momento com a gente…
Quando nossa mente está turbulenta temos a tendência de reagir automaticamente às situações. Estas ações irrefletidas normalmente não são as mais adequadas para aquele momento, gerando assim arrependimentos, culpa, tristeza e outros sentimentos desagradáveis por não serem nossas escolhas de fato, mas reações aprendidas no decorrer da nossa vida e repetidas indeterminadamente.

Estar atendo ao momento presente com postura de observação e aceitação das experiências internas, sem julga-las pode auxiliar nessas situações. Está habilidade vem sendo chamada de mindfulness.

Treinar mindfulness possibilita que reajamos menos às situações e consigamos fazer escolhas de comportamentos mais adequadas para cada situação, assim como entender nossos sentimentos e emoções como passageiras. Ter esta percepção impede que estas emoções indesejadas se retroalimentem e aumentem suas intensidades e, ao mesmo tempo, adotamos posturas mais saudáveis.

Mindfulness não é milagre, mas um treino de atenção plena no momento presente. Você planta, você colhe. Inicialmente pode parecer difícil, mas quando você experimentar estar no aqui e agora, não vai querer estar em outro lugar.

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Seria o fim? Ou um novo começo? Se conhecendo para conhecer o outro.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

KOMBI

 

Vez ou outra, aquela nostalgia chega bem suave. Muitos questionamentos podem vir à tona ao sentir falta daquela relação que não existe mais. Daquilo que foi experimentado por um tempo e de repente, já não está ao seu alcance.

Por que teve que ser assim?
Por que você perdeu algo que lhe fez tão bem?
Por que é tão angustiante, tão incômodo sentir falta?
Pode ser por que você se obrigue a sair da zona de conforto? Pode. Mas… o que você sente falta da relação?
A pessoa era carinhosa e afetiva?
Você podia contar com ela? Ela lhe respeitava? Você a admirava?
Vocês tinham ‘DRs’ construtivas? Quando um de vocês estava triste, o outro acolhia e dava ‘colo’?
Lembro de uma lenda que diz mais ou menos assim: eu tenho dois cachorros dentro de mim, que aqui vou chamá-los de vermelho e verde. O verde é bondoso, sereno, tranquilo e amigável. O vermelho é mal, raivoso e cruel. Eles estão sempre brigando.
Qual deles você acha que ganha as brigas? O vermelho? O verde?

A essas alturas, talvez você já deve ter encontrado as justificativas para não ter dado certo com fulano (a) e/ou ciclano (a). Talvez uma das respostas, foi se responsabilizar pelo rompimento do relacionamento. Afinal, talvez você esteja com alguns kg a mais. Talvez você não seja a melhor pessoa para viver uma história bonita. Têm tantas outras pessoas com qualidades muito melhores que as suas, não?
Talvez você tenha se sentido a pior pessoa do mundo por ter jogado ‘fora’ uma pessoa legal para você. Por que você não deu valor para uma pessoa que era tão especial?
Caramba! Você assumiu a culpa por um resultado que não dependia só de você! É isso mesmo? Mas que diabos essa pessoa tinha de tão especial para você estar ferrado para o resto da vida por ter conseguido destruir tudo? Ela tinha superpoderes? Você sentia friozinho na barriga, borboletas no estômago, sininhos tocando? Você tinha tudo isso?

Além de você se responsabilizar pelo ocorrido, poderíamos cogitar a hipótese de que existam outros motivos para justificar este fim.

Temos muitas outras respostas. Talvez aquelas mesmas do padrão ‘dedo podre’: indisponibilidade. Talvez a pessoa esteja com algum problema, talvez ela esteja com receio. Ou ainda, há uma possibilidade de ela não estar tão satisfeita com a relação, por um motivo qualquer. Vocês podem ter se perdido lá pelas tantas e não teve jeito de se reencontrar. Quebrar a cabeça para pensar nas causas e nos resultados, infelizmente não vai fazer com que vocês reatem.

Se tem alguma coisa complicada nesta vida, é levar um fora. Mexe em muitas feridas, algumas começam a latejar e você imagina que o bálsamo para essa dor, seja trazer a pessoa de volta para fechar a ferida. Quantas noites em claro, quantas comédias românticas e finais de semana debaixo das cobertas? Quantos jogos de futebol cancelados? Aquele pijama velho, mas tão confortável. Happy hour? Embalagens de guloseimas por todos os lados. O banho que ficou para outro dia. A ‘deprê’ acaba inclusive respingando no seu animal de estimação, que ficou sem os passeios matinais. Sua vida pode estar um caos…

E por acaso você já pensou na possibilidade de que essa pessoa não estar mais na sua vida, seja o primeiro passo para cicatrizar o machucado?
Como assim?
Vou tentar explicar.

Talvez a pessoa que você conheceu tenha lhe ensinado muitas coisas. Talvez ela tenha lhe ajudado a aceitar ser cuidado. Talvez ela tenha despertado um sentimento genuíno que estava dormente. Talvez, sem ela, você não tivesse ideia de tudo o que você é, e o que tem a oferecer. Talvez essa relação tenha dado muito certo, enquanto durou. Talvez se vocês não se cruzassem por aí, você não estaria fortalecido agora. Talvez seja a hora de aceitar e seguir a vida. Talvez você já esteja pronto para tentar novamente. Talvez agora você encontre a pessoa ideal. Talvez você tenha que viver outras histórias para conseguir cicatrizar a ferida. Ficaria por horas trazendo as inúmeras possibilidades do que poderia acontecer…

O que acreditamos ser, vai nortear nossas escolhas. Se você irá sentir plenitude na próxima tentativa, eu não sei. Agora, se as suas crenças e esquemas saudáveis estiverem ativos e coerentes com a sua realidade: acredite! Há uma enorme chance de você viver algo que sempre desejou. Entretanto, será preciso é decidir quem você quer que ganhe a briga: o cachorro vermelho ou o cachorro verde?

A vitória será sempre daquele que você alimentar mais.
Nas sessões de psicoterapia focada nos esquemas, você poderá descobrir para qual cachorro você está fornecendo mais alimento, além de identificar que alimento está oferecendo a eles. No entanto, para compreender parte do seu funcionamento psíquico é necessário que você permita dar o primeiro passo, difícil, ameaçador, mas acima de tudo, muito corajoso: encontrar a ferida e conhecer o que a originou.

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Participação da Psicóloga Carolina Halperin para a Rádio São Francisco

sábado, 2 de abril de 2016

Psicóloga Carolina Halperin para a Rádio São Francisco – “Crise política influencia no comportamento social”, afirma psicóloga.

Até a roupa usada no dia-a-dia pode ascender desavenças.

Os últimos dias vividos no Brasil têm sido históricos em vários sentidos. Além dos já conhecidos aspectos políticos e econômicos desencadeados por uma série de denúncias de corrupção e falta de ética, as pessoas iniciaram manifestações que ultrapassam a bandeira do partidário. Conflitos entre “petracas” e “coxinhas” beiram à intolerância provocada até pela escolha da cor da roupa usada diariamente.

A psicóloga Carolina Halperin, da Wainer Psicologia Cognitiva, analisou o fenômeno e suas repercussões no campo social. Confira a entrevista:

 

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Terapia do Esquema: um caminho para uma mudança de vida.

sábado, 2 de abril de 2016

alegre

 

Quem não conhece um amigo ou familiar que, mesmo precisando, reluta em mudar um comportamento que lhe prejudica e lhe traz infelicidade? Quando aconselhado a procurar ajuda, não quer fazer terapia por considerar que é um processo muito demorado e que nem sempre traz os resultados desejados ou acredita que nada pode mudar o “jeito de ser” da pessoa. Nessas situações, a Terapia do Esquema (TE) é uma alternativa cada vez mais utilizada.

A TE se mostra relevante para melhorar as relações interpessoais. A técnica leva a pessoa a perceber as vantagens em substituir estilos pessoais prejudiciais, ao enfrentar algumas situações, por um estilo mais adaptável às adversidades, permitindo assim melhor qualidade de vida e um maior sentimento de felicidade. Isso pode ser aplicado na vida pessoal, profissional e familiar.

Um dos grandes diferenciais da Terapia do Esquema é obter resultados de mudanças profundas no modo de enfrentar e de aceitar as dificuldades, vencendo resistências muito grandes. Além disso, essas conquistas terapêuticas têm manutenção ao longo do tempo. Ou seja, a pessoa tende a se manter num estado emocional melhor e com maior felicidade por mais tempo. Na medida em que aceita suas necessidades emocionais, busca satisfazê-las de modo mais equilibrado e deixa de ser tão crítico consigo mesmo. “Vemos que os pacientes adotam uma postura de maior compaixão consigo, o que resulta em melhor qualidade de vida”, cita o Terapeuta do Esquema, Ricardo Wainer.

Alguns pontos importantes sobre a TE:

– A TE é focada na mudança de padrões (esquemas) de comportamento;

– A TE é uma forma avançada de Terapia Cognitiva para casos de difícil mudança, casos crônicos e/ou onde o paciente demonstra grande resistência aos processos psicoterápicos ou, mesmo, a buscar qualquer ajuda especializada;

– A TE busca a mudança na forma como a pessoa lida com as suas dificuldades nas relações com as pessoas e com os desafios da vida diária;

– A TE leva o paciente a identificar as verdades nas quais acredita sobre si, o mundo e as pessoas e como estas verdades surgiram de necessidades emocionais que não foram atendidas durante a infância e adolescência.

A Wainer Psicologia é a única Instituição Brasileira com credenciamento internacional na abordagem dos Esquema.

Sobre a Wainer Psicologia Cognitiva

Com mais de 40 anos de experiência, a Wainer Psicologia Cognitiva destaca-se como referência nacional em Psicologia Cognitiva nas áreas clínica, de ensino e de consultoria em gestão de pessoas. Com sede em Porto Alegre (Rua Santa Cecília, 1556), conta com ampla equipe de profissionais especializados comandada pelo Doutor em Psicologia, Ricardo Wainer, profissional reconhecido dentro e fora do País. O Dr. Wainer acumula diversos títulos em seu currículo, entre eles Mestre em Psicologia Social e da Personalidade e especialista em Terapia do Esquema, sendo o único no Brasil credenciado pela ISST (International Society of Schema Therapy).

 

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