Arquivo de agosto de 2015

Participação da psicóloga Carolina Halperin para o Jornal do Comércio – Terapia cognitiva é tema de congresso em Porto Alegre

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Carolina Halperin Jornal do Comércio

A Capital receberá, entre os dias 27 e 29 de agosto, o I Congresso Wainer de Psicoterapias Cognitivas. Considerado único no Brasil, o evento, realizado no Hotel Plaza São Rafael, abordará modalidades de tratamento consideradas recentes.
A psicóloga Carolina Halperin, da Wainer Psicologia Cognitiva, explica que esse tipo de tratamento procura ser mais rápido que os outros, como a psicanálise. “É um tipo de terapia mais adequada à correria do cotidiano”, explica. Além disso, procura garantir eficácia e evitar reincidência de problemas, ao alterar padrões comportamentais e de pensamento.
O congresso é voltado a psicólogos, psiquiatras e estudantes da área de saúde mental. Convidados de países como Estados Unidos, Reino Unido, Argentina e Portugal estarão presentes, bem como 70 profissionais brasileiros. Os palestrantes também ministrarão workshops, com vagas limitadas. As inscrições podem ser feitas pelo site www.congressowainer.com.br.

 

Fonte: Jornal do Comércio

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Participação da psicóloga Carolina Halperin para o Correio Braziliense – Cientistas alertam que suplementos podem causar transtorno alimentar

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Transtornos Alimentares

 

“Comer faz parte das necessidades básicas dos seres humanos, mas nem por isso deve ser feito sem levar em consideração fatores como o prazer e a diversão. A partir do momento que se torna um sofrimento e acarreta prejuízos emocionais, sociais e cognitivos, pode ter algo de errado”

Confira a participação da psicóloga Carolina Halperin para o Correio Braziliense na coluna Ciência e Saúde

 

Cientistas alertam que suplementos podem causar transtorno alimentar

Bombardeados por imagens de modelos sarados e másculos, de protagonistas heroicos de filmes de ação ou de garanhões de performance excepcional, os homens estão tão preocupados com a aparência quanto as meninas e as mulheres, grupo que até pouco tempo atrás detinha a fama de mais suscetível à pressão pelo corpo perfeito. E, em um esforço para construir uma imagem-alvo de desejo, eles apostam quase sempre em produtos vendidos legalmente: os suplementos alimentares. O consumo e as metas estão ficando tão desproporcionais que o psicólogo norte-americano Richard Achiro alerta que o novo padrão de consumo dessas substâncias está transformado o exagero ao ingeri-las em um distúrbio alimentar masculino emergente.

Achiro, que é pesquisador da Alliant Internatinal University, em Los Angeles (EUA), apresentou ontem, na reunião anual da American Psychological Association, dados que corroboram a observação. Ele levantou informações sobre a dieta e o uso de suplementos alimentares de 195 homens com mais de 18 anos. Os participantes haviam consumido produtos do tipo até um mês antes da pesquisa e malhavam pelo menos duas vezes por semana.

A descoberta mais surpreendente para o psicólogo foi a forma como muitos homens expressaram preocupação com a própria ingestão excessivo de suplementos legais (29%). Apesar da cisma, admitiram que, além de não interromper o consumo, passaram a aumentá-lo. “O fato de eles estarem preocupados, mas não conseguirem parar ou reduzir a suplementação indica que existem questões psicológicas mais profundas que os fazem optar pela utilização contínua”, explicou o pesquisador ao Correio.

Essas questões psicológicas envolvem, entre outros fatores, baixa autoestima, insatisfação com o corpo e conflitos com o papel do gênero, ou seja, a sensação de inadequação com o que se espera social e culturalmente da masculinidade. Achiro e o coautor da pesquisa, Peter Theodore, PhD da Escola de Psicologia Profissional da Califórnia, descobriram ainda que mais de 40% dos participantes indicaram que aumentaram a ingestão de suplementos ao longo do tempo e 22% admitiram substituir refeições regulares por esses produtos (veja infográfico).

Para Achiro, os achados são um demonstrativo empírico de que a ingestão excessiva e arriscada de suplementos é uma nova variante de transtorno alimentar em homens. Ele e Theodore chegaram a essa conclusão porque os participantes se encaixaram nos termos do Eating Disorder Examination-Questionnaire, um instrumento de diagnóstico estabelecido para avaliar transtornos alimentares. “Meu palpite é que, como o corpo dos homens está cada vez mais objetificado e submetido aos padrões do que se entende de perfeito, cada vez mais eles vão se deparar com sensações de inadequação e, a partir disso, buscar estratégias excessivas a fim de se enquadrar às ‘normas’. O físico masculino ideal hoje é magro e musculoso”, explica Achiro.
A psicóloga Carolina Halperin, da Wainer Psicologia Cognitiva, de Porto Alegre, avalia que as constatações de Achiro acendem um sinal de alerta. Isso porque os transtornos alimentares são síndromes psiquiátricas que apresentam a maior taxa de mortalidade entre todos os problemas do tipo, em torno de 15%. Dietas muito restritivas, comer compulsivamente e usar métodos inadequados para a perda e a manutenção de peso são alguns dos comportamentos que indicam que há algo errado. Há também uma série de cognições disfuncionais sobre conceitos nutricionais.
A taxa exata de transtorno alimentar entre homens, conta Halperin, ainda não foi completamente estabelecida. “A proporção relatada na literatura é, via de regra, de um homem para cada 10 mulheres com o problema. Entretanto, alguns estudos sugerem que essa proporção começa a mudar e mais homens estão sendo diagnosticados com bulimia nervosa. Além disso, os estudos sobre vigorexia (obsessão pelo corpo musculoso) sugerem que esse transtorno é bem prevalente entre homens”, conta.

É nesse sentido também que os achados da pesquisa norte-americana têm força, avalia a psicóloga brasileira. “O estudo é relevante no momento em que apresenta um novo tipo de comer transtornado — que pode se tornar um problema alimentar como a vigorexia.” Halperin explica que o conceito comer transtornado é novo e indica um foco excessivo no ato de preparar e de ingerir alimentos: seja para perder peso, seja para ganhar massa, seja por qualquer outro motivo. “Comer faz parte das necessidades básicas dos seres humanos, mas nem por isso deve ser feito sem levar em consideração fatores como o prazer e a diversão. A partir do momento que se torna um sofrimento e acarreta prejuízos emocionais, sociais e cognitivos, pode ter algo de errado”, alerta.

Achiro acredita que os resultados terão impactos positivos na prática clínica. O pesquisador avalia que um número significativo de homens tem consciência do próprio corpo e está lutando contra comportamentos alimentares e transtornos, que eram anteriormente negligenciados. “Além disso, nossos resultados destacam a importância de ajudar essa população a entender o que o corpo representa para ela e como problemas psicológicos e emocionais, como baixa autoestima e conflito de papéis de gênero, estão se concretizando por meio de comportamentos que são prejudiciais à própria saúde”, complementa.

 

Fonte: Correio Braziliense

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Participação da psicóloga Rossana Andriola para a Rádio São Francisco – ” O que é preciso saber sobre crianças e internet”

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Na corrente de proteger as crianças e jovens de problemas advindos do uso indiscriminado da tecnologia por crianças e adolescentes, um tribunal português proibiu os pais de publicarem fotos dos filhos nas redes sociais. A medida pode apontar tendência para o mundo sobre o jeito de se relacionar com a tecnologia. Pensando nessas questões que envolvem a segurança dos jovens e nos crimes praticados nas redes, a psicóloga Rossana Andriola, da Wainer Psicologia Cognitiva, falou direto da capital dos gaúchos para o programa Temática.

 

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