Arquivo da Categoria ‘Imprensa’

Emagrecedores: poção mágica ou veneno?

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Nos últimos dias, uma notícia sacudiu os meios de comunicação: a venda de remédios emagrecedores foi liberada no Brasil. E todos que trabalham com saúde e comportamento alimentar deveriam estar preocupados com isso!

O principal componente destas medicações é a Anfetamina, um poderoso estimulante que age de forma muito similar à cocaína no cérebro: gera sensações de euforia, elimina a fadiga e, também, diminui ou tira o apetite. As Anfetaminas atraem por prometerem resultados rápidos na balança sem “esforço”: basta tomar um comprimido e sua vida muda, sem a necessidade de alterações nos hábitos. Mas será que é assim mesmo?

Os efeitos colaterais das Anfetaminas são gravíssimos e podem deixar sequelas físicas e mentais, pois a sobrecarga gerada no cérebro e no corpo com o uso contínuo desta substância é alta. Pensamentos suicidas, surtos maníacos, psicose e apatia são só algumas (assustadoras) opções.

Além disso, temos que considerar que todas as pessoas carregam consigo uma carga genética com sintomas e doenças que podem se manifestar ou não de acordo com a exposição ambiental. Por exemplo: uma pessoa com tendências genéticas para dependência química não será um alcoolista se nunca tomar bebida alcoólica. Assim, é extremamente irresponsável expor as pessoas à Anfetamina, visto que esta substância poderia desencadear doenças psiquiátricas como: dependência química, transtorno de humor bipolar, depressão, síndrome do pânico, transtornos alimentares, dentre outros.

Embora pareça tentador, fórmulas mágicas não existem. Uma parcela muito grande das pessoas que perderam peso utilizando estas medicações recuperou todo o peso perdido, e muitas vezes aumentou ainda mais. Pode parecer banal, mas enquanto as pessoas que buscam uma melhor forma física não melhorarem seu relacionamento com a comida, nenhuma “poção mágica” será efetiva.

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Participação Dra. Elisa Steinhorst Damasceno em programa da Rádio Guaíba

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Confira a participação da Dra. Elisa Steinhorst Damasceno no programa Elas por Elas, da Rádio Guaíba, veiculado no dia 15/04/2017.

http://www.cwaclipping.net/sistema/cliente/materia?security=0460de5c6d54.4454954.7797582

 

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Participação do psicólogo Liur Kunzler em matéria do jornal Correio do Povo

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Confira a participação do psicólogo Liur Kunzler em publicação sobre: “Depressão afeta 350 milhões no mundo, matéria foi publicada no Correio do Povo.

http://www.cwaclipping.net/sistema/cliente/materia?security=f813884ddf8d.4420370.7757515

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Participação Wainer no Jornal Diário da Manhã de Passo Fundo

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Confira a participação da psicóloga Carolina Halperin em publicação sobre: “Vergonha de Expor Corpo em Locais Públicos Pode Ser Sinal de Alerta”, matéria foi publicada no caderno Mais Saúde do Jornal Diário da Manhã de Passo Fundo.

 

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Participação Wainer no Jornal Agora, de Rio Grande, RS.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Confira a participação da psicóloga Carolina Halperin em publicação sobre a Vergonha de se Expor, matéria publicada no jornal Agora, de Rio Grande, RS, um dos principais da Zona Sul do Estado.
Clique na imagem para ampliar.

 

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Publicação Jornal O Debate com Ricardo Wainer

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Confira a matéria do Jornal O Debate, de Belo Horizonte, sobre como a Terapia do Esquema trata dificuldades psicológicas, com o psicólogo Ricardo Wainer, da Wainer Psicologia.

http://www.odebate.com.br/saude-beleza/terapia-do-esquema-trata-dificuldades-psicologicas-12-12-2016.html
 

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Entrevista concedida pela psicóloga Carolina Halperin da Wainer Psicologia para o Jornal do Almoço/RBS TV

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Entrevista Dra. Carolina.

 

Confira a entrevista concedida pela psicóloga Carolina Halperin da Wainer Psicologia para o Jornal do Almoço/RBS TV, abordando o tema: preocupação com a aparência na beira da praia.

Assista a entrevista na integra através do link:http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/jornal-do-almoco/videos/t/porto-alegre/v/ja-ideias-psicologa-fala-sobre-preocupacao-com-aparencia-na-beira-da-praia/5595314/

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Matéria na Gazeta do Povo

sexta-feira, 18 de novembro de 2016
Foto: Bigstock)

Foto: Bigstock)

 

Confira a matéria do Jornal Gazeta do Povo sobre Nutrição Comportamental, com entrevisa e citação da psicóloga Carolina Halpering, da Wainer Psicologia.

http://www.gazetadopovo.com.br/viver-bem/saude-e-bem-estar/saude/antes-da-dieta-e-da-academia-procure-o-psicologo/

 

 

 

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“Eu não suporto ficar sozinho”. Superando o medo com ou sem outras pessoas. 3 Mitos sobre a solidão e dicas para superá-los:

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Post-Luisa-Maciel-02

 

O medo de ficar sozinho é um medo muito comum. E ele faz certo sentido, pois somos seres sociais, isto é, que nascemos para viver em comunidade. Sabe-se que o isolamento social contribui para o aumento de sintomas de depressão e ansiedade, pois relacionar-se com as pessoas pode trazer uma série de emoções positivas e bem estar.  No entanto, muitas pessoas sentem certo pavor à ideia de estarem sozinhas. Isso pode se agravar ainda mais quando não possuem um companheiro amoroso. Muitas vezes temos ideias errôneas sobre estarmos sozinhos. Passamos a nos sentir impotentes, vulneráveis, desamparados e até mesmo fracassados por não termos alguém ao nosso lado. Diversos pensamentos surgem em nossa mente, que contribuem ainda mais para que esse medo tome conta. A consequência disso é ficarmos ainda mais tristes e desesperançosos da possibilidade de conhecer alguém e de suportar momentos onde estamos sem ninguém ao nosso lado. Não conseguimos acreditar que podemos conhecer novas pessoas e nem tampouco que poderemos curtir nossa própria companhia. Pensando nisso, o texto de hoje explora três mitos comuns que podem prejudicar as pessoas de lidarem com o fato de estarem sozinhas ou de buscarem conhecer novas pessoas:

“É difícil conhecer pessoas” – Muitas vezes o medo de não saber como conhecer pessoas novas faz com que tenhamos pensamentos de que não conseguiremos nos relacionar novamente. Muitas vezes nosso viés de atenção está tão focado nisso, que não percebemos que passamos por pessoas todos os dias e que se estabelecêssemos como meta conversar com pelo menos uma delas, provavelmente conseguiríamos.  Ainda, se prestássemos mais atenção, as vezes pessoas que estão na nossa rotina, porém que não conversamos, estão aguardando uma oportunidade para conversarem conosco.

“Se eu ficar sozinho, serei infeliz” – Ironicamente, quando você pensa que estar sozinho é sinônimo de estar infeliz, você não está sozinho: a sua crítica está lhe acompanhando. É como se todos os dias você tivesse uma companhia desagradável, que lhe diz uma série de depreciações pelo fato de você estar sozinho. Se a sua crítica fosse uma pessoa, como estar com ela te deixaria? Infeliz? Exatamente. Então olhe ao seu redor. Você está realmente sozinho? Não possuir um companheiro amoroso faz com que você também não tenha amigos, família, colegas de trabalho?

“Eu não posso fazer as coisas sozinho” – Esse mito é extremamente debilitante, pois afirma que há uma série de coisas que você não pode fazer sozinho. Algumas pessoas acreditam que se fossem a uma peça de teatro sozinhas, elas seriam “patéticas” ou “esquisitas”. Mas vamos analisar melhor essa regra. Qual a consequência de pensar que não se pode sair sozinho? Não poderia ser agradável? Ir ao cinema é ótimo com companhia, mas porque não podemos apreciar um filme do qual gostamos sozinhos? E quanto a sensação de que estar sozinho é esquisito, talvez seu viés de atenção esteja novamente tendencioso. Quando você vai aos eventos, será que você talvez não observe mais os casais e grupos de amigos? Talvez você não perceba que existem também pessoas que estão no evento sozinhas. E acredite, não são poucas! Passe a observar essa outra perspectiva e surpreenda-se que muitas pessoas fazem isso para não perderem programas dos quais gostam!

Concluímos então, que esses mitos trazem sofrimento para as pessoas e acabam por dificultar novas interações e a possibilidade de divertimento em programas sozinhos. Para lidar com essas situações, existem algumas dicas que podem ajudar na busca por atividades com pessoas e atividades que possam ser realizadas sozinho. Afinal, fazer programas consigo mesmo é uma excelente forma de se conhecer melhor e apreciar mais estar na sua própria companhia. Aqui vão algumas dicas:

 

– Finais de semana: planeje com antecedência! Olhe o que está acontecendo na sua cidade, quais bares, cafés e restaurantes estão sendo comentados, se há algum curso do seu interesse na cidade. Experimente algo novo! Com ou sem companhia, aventure-se!

– Olhe ao seu redor, perceba as pessoas que estão na sua volta. Passe a cumprimentar as pessoas que você encontra toda semana na academia e que você nunca deu oi. Cumprimente seus vizinhos, puxe assunto com seu colega novo de trabalho. Desafie-se a interagir com novas pessoas!

– Sabe aquele amigo que você não fala faz tempo, mas sempre que se lembra dele sente muito carinho? Porque você não manda uma mensagem? Relembre velhas amizades e inicie contato com elas.

– Busque atividades onde haja a possibilidade de conhecer novas pessoas. Academia, teatro, dança, cursos de sua área, trabalho voluntário. São formas de conhecer pessoas que partilham de um interesse em comum.

– E quando estiver realmente sozinho? Aproveite! Monte uma lista de atividades prazerosas e faça algo da sua lista! Por exemplo, você pode colocar uma música que goste, tomar um banho demorado, cozinhar sua comida predileta, alugar aquele filme antigo que você gostaria de assistir de novo. Ficar sozinho pode ser um tempo para você mimar a si mesmo, fazer dessa noite um bom encontro, com você mesmo. Aprenda a entender o que você precisa fazer por si mesmo para se sentir bem.

 

Fonte de referência: Vença a depressão antes que ela vença você – Robert Leahy.

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Entrevista Dra Elisa para Radioweb – Suicídio

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Confira a participação da psicóloga da Wainer Dra Elisa Steinhorst, em entrevista concedida há poucos dias para matéria especial da Agência Radioweb, sobre suicídio.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR A ENTREVISTA

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